domingo, maio 30, 2010

terça-feira, maio 25, 2010


Quente olhar

Não posso olhar
Nos teus olhos
Se olhar…
Corro risco
De queimar
De paixão

Então miro
Os olhos
Discreto
No teu doce
Coração

Procurando
Desviar-me
Dos teus olhos
Da fogueira
Da paixão

Para entrar
Tranquilo
Nos teu peito
Doce
Paixão

Mario de Almeida
O poeta castanhalense

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segunda-feira, maio 24, 2010

É preciso olhar...

Vamos olhar o céu
Contemplar as nuvens
A lua
As estrelas
O azul infinito
E sentir na alma
A magia,
O sorriso,
O amor puro e bonito

Vamos olhar a terra
Contemplar a natureza,
Os pássaros
As matas
O verde favorito
E sentir no peito
A alegria,
O paraíso,
O deleite suave e bendito

Vamos olhar o homem
Contemplar a sociedade
As lutas
As dificuldades
O sonho erudito
E sentir no corpo
A ironia
O desejo
O canto doce e contrito

Vamos olhar os mares
Contemplar as ondas
Os peixes
As sereias
O coral benquisto
E sentir na pele
A areia
O sal
O sol suave e malvisto

Mario de Almeida
O poeta Castanhalense

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domingo, maio 16, 2010

segunda-feira, abril 26, 2010

Mamãe


Mamãe

Tu és a mais bela rosa
Do jardim da minha vida

A mais amada
A mais eternizada
A mais valorizada
Das rosas encantadas

Mamãe
Tu és a mais bela rosa
Do jardim da minha vida

A mais querida
A mais idolatrada
A mais purificada
Das rosas amadas

Mamãe
Tu és a mais bela rosa
Do jardim da minha vida

Tu és aquela
Que me deu a vida
Que meu deu o perdão
Que me deu a grande lição:
Amar sem Restrição

Mario de Almeida
O poeta Castanhalense

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sexta-feira, abril 09, 2010

segunda-feira, março 22, 2010

Decepção


Decepção

Tentando atenuar as desventuras
De um ser tão vil e cruel
Procuro no passado as juras
De um amor duro como fel

Idealizado nas palavras futuras
De amante desprezível de bordel
Esquecidas as amarguras
Vejo quão grande foi infiel

Mas por acreditar no perfeito amor
Vejo suas palavras desaparecer
Vivas como ordinário atirador
Procurando me fazer viver

Mario de Almeida
O poeta castanhalense
Em 22/03/2010 ás 10h30min

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quinta-feira, março 18, 2010

Sorrir



Sorrir

Sorrir sempre é um bem
Visto nos lábios solitários
De um ser, de alguém
Que mesmo sorrindo
Anda sozinho, fechado
No além

Esperando a felicidade
Que vem sozinha
Trazendo nas mãos
O amor
O grande bem
Que faz o ser sorrir
Por dentro também

Mario de Almeida
O poeta Castanhalense

segunda-feira, março 01, 2010

Ontem e Hoje

Foto Gheucy

Ontem e hoje

Ontem foi um dia maravilhoso
Repleto de flores e de sabores
Onde os olhos brilhantes de uma sereia
Tornou-se constante na minha visão

Hoje és um dia especial
Cheio de raios solares no horizonte
E nuvens prontas para derramar suas lágrimas
Deixando o sol tristonho e lagrimoso

Ontem foi um dia perfeito para o amor
Encontrado nos olhos da sereia
Desnuda de suas escamas
Que me encantou perpetuamente
Com seu canto amoroso

Hoje és a nostalgia de ontem
Da beleza, do canto,
Do brilho dos olhos
Da mais sublime e bela sereia
Saída das águas salgadas
Para adocicar a minha vida

Ontem foi um dia impar na história
Um dia simples e perfeito
Onde meu peito deparou com os olhos brilhantes
Da Sereia saída das profundezas do mar
Em busca da alegria perdida no mundo

Hoje é a mais bela lembrança
De ontem passadas em meus olhos
Contempladas por tempos infinitos
Amadas e perpetuadas no coração
Feito sangue corrente nas veias

Ontem foi o encontro inesperado
Do amor com a mais linda paixão
Inquilina desejada do meu coração
Despejada injustamente pela solidão
Detentora das dores, da escuridão
Que foi devastada pelos olhos brilhantes
Da Sereia, de canto suave e inebriante

Hoje é a certeza do ontem
De que a felicidade estar sorrindo
Para nossos olhos
Enquanto observando o outro lado
Não a deixando nos inebriar de sua alegria

Ontem foi e sempre será

Um dia inesquecível para meus olhos
Que sem perceber encontrou
A Sereia dos meus sonhos
Cantando o canto do amor
Para o meu coração
Deixando-me feliz
Levando a minha solidão


Mario de Almeida
O poeta Castanhalense

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sábado, fevereiro 27, 2010

Amor Mortal



Amor mortal

Quero beijar-te,
Tocando teus lábios nos meus
Abraçando teu corpo,
Sentindo entre nós
O amor de Julieta e Romeu

Quero olhar nos teus olhos
Para sentir o sentimento teu
Que é tão profundo
Quanto os teus olhos
Que encaram os meus

Quero abraçar o corpo teu
Para sentir o sentimento
Que sentiu Romeu
Na hora que descobriu
Que Julieta Morreu

Mario de Almeida
O poeta Castanhalense

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